O Blog da Müzel Educação Financeira. "Construindo seu futuro financeiro."

Seu Pendrive tem Blutufe? 1

Postado em 25 novembro, 2011 por admin

 Oswaldo tirou o papel do bolso, conferiu a anotação e perguntou à balconista: ­Moça, vocês têm pendrive? Temos, sim. ­O que é pendrive? Pode me esclarecer? Meu filho me pediu para comprar um. Bom, pendrive é um aparelho em que o senhor salva tudo o que tem no computador. ­Ah! É como uma disquete… Não. Na pendrive o senhor pode salvar textos, imagens e filmes. A disquete, que nem existe mais, só salva texto. ­Ah, tá bom. Vou querer. Quantos gigas? ­Hein?… De quantos gigas o senhor quer a sua pendrive? ­O que é giga? É o tamanho da pen. ­Ah, tá. Eu queria uma pequena, que dê para levar no bolso sem fazer muito volume. Todas são pequenas, senhor. O tamanho, aí, é a quantidade de coisas que ela pode arquivar. ­Ah, tá. E quantos tamanhos têm? Dois, quatro, oito, dezasseis gigas… ­Hmmmm, meu filho não falou quantos gigas queria. Neste caso, o melhor é levar a maior. ­Sim, eu acho que sim. Quanto custa? Bem, o preço varia conforme o tamanho. A sua entrada é USB? ­Como?… É que para acoplar a pen no computador, tem que ter uma entrada compatível. ­USB não é a potência do ar condicionado? Não, isso é BTU. ­Ah! É isso mesmo. Confundi as iniciais. Bom, sei lá se a minha entrada é USB. USB é assim ó: com dentinhos que se encaixam nos buraquinhos do computador. O outro tipo é este, o P2, mais tradicional, o senhor só tem que enfiar o pino no buraco redondo. O seu computador é novo ou velho? Se for novo é USB, se for velho é P2. ­Acho que o meu tem uns dois anos. O anterior ainda era com disquete. Lembra-se da disquete? Quadradinho, preto, fácil de carregar, quase não tinha peso. O meu primeiro computador funcionava com aquelas disquetes do tipo bolacha, grandonas e quadradas. Era bem mais simples, não acha? Os computadores de hoje nem têm mais entrada para disquete. Ou é CD ou pendrive. ­Que coisa! Bem, não sei o que fazer. Acho melhor perguntar ao meu filho. Quem sabe o senhor liga pra ele? ­Bem que eu gostaria, mas meu celular é novo, tem tanta coisa nele que ainda nem aprendi a discar. Deixa eu ver. Pôxa, um Smarthphone! Este é bom mesmo! Tem Bluetooth, woofle, brufle, trifle, banda larga, teclado touchpad, câmera fotográfica, flash, filmadora, radio AM/FM, TV digital, dá pra mandar e receber e-mail, torpedo direcional, micro-ondas e conexão wireless…. ­Blu… Blu… Blutufe? E micro-ondas? Dá prá cozinhar com ele? Não senhor. Assim o senhor me faz rir. É que ele funciona no sub-padrão, por isso é muito mais rápido. ­Pra que serve esse tal de blutufe? É para um celular comunicar com outro, sem fio. ­Que maravilha! Essa é uma grande novidade! Mas os celulares já não se comunicam com os outros sem usar fio? Nunca precisei fio para ligar para outro celular. Fio em celular, que eu saiba, é apenas para carregar a bateria… Não, já vi que o senhor não entende nada, mesmo. Com o Bluetooth o senhor passa os dados do seu celular para outro, sem usar fio. Lista de telefones, por exemplo. ­Ah, e antes precisava fio? Não, tinha que trocar o chip. ­Hein? Ah, sim, o chip. E hoje não precisa mais chip… Precisa, sim, mas o Bluetooth é bem melhor. ­Legal esse negócio do chip. O meu celular tem chip? Momentinho… Deixa eu ver… Sim, tem chip. ­E faço o quê, com o chip? Se o senhor quiser trocar de operadora, portabilidade, o senhor sabe. ­Sei, sim, portabilidade, não é? Claro que sei. Não ia saber uma coisa dessas, tão simples? Imagino, então que para ligar tudo isso, no meu celular, depois de fazer um curso de dois meses, eu só preciso clicar nuns duzentos botões… Nããão! É tudo muito simples, o senhor logo apreende. Quer ligar para o seu filho? Anote aqui o número dele. Isso. Agora é só teclar, um momentinho, e apertar no botão verde… pronto, está chamando. Oswaldo segura o celular com a ponta dos dedos, temendo ser levado pelos ares, para um outro planeta: Oi filhão, é o papai. Sim. Me diz, filho, a sua pen drive é de quantos… Como é mesmo o nome? Ah, obrigado, de quantos gigas? Quatro gigas está bom? Ótimo. E tem outra coisa, o que era mesmo? Nossa conexão é USB? É? Que loucura ! ­Então tá, filho, papai está comprando a tua pen drive. De noite eu levo para casa. Que idade tem seu filho? ­Vai fazer dez em março. Que gracinha… ­É isso moça, vou levar um de quatro gigas, com conexão USB. Certo, senhor. Quer para presente? Mais tarde, no escritório, examinou a pendrive, um minúsculo objeto, menor do que um isqueiro, capaz de gravar filmes! Onde iremos parar? Olha, com receio, para o celular sobre a mesa. “Máquina infernal”, pensa. Tudo o que ele quer é um telefone, para discar e receber chamadas. E tem, nas mãos, um equipamento sofisticado, tão complexo que ninguém que não seja especialista ou tenha a infelicidade de ter mais de quarenta, saberá compreender. Em casa, ele entrega a pen drive ao filho e pede para ver como funciona. O garoto insere o aparelho e na tela abre-se uma janela. Em seguida, com o mouse, abre uma página da internet, em inglês. Seleciona umas palavras e um ‘havy metal’ infernal invade o quarto e os ouvidos de Oswaldo. Um outro clique e, quando a música termina, o garoto diz: -Pronto, pai, baixei a música. Agora eu levo a pendrive para qualquer lugar e onde tiver uma entrada USB eu posso ouvir a música. No meu celular, por exemplo. ­Teu celular tem entrada USB? É lógico. O teu também tem. ­É? Quer dizer que eu posso gravar músicas numa pendrive e ouvir pelo celular? Se o senhor não quiser baixar direto da internet… Naquela noite, antes de dormir, deu um beijo em Clarinha e disse: ­Sabe que eu tenho Blutufe? Como é que é? ­Bluetufe. Não vai me dizer que não sabe o que é? Não enche, Oswaldo, deixa eu dormir. ­Meu bem, lembra como era boa a vida, quando telefone era telefone, gravador era gravador, toca-discos tocava discos e a gente só tinha que apertar um botão, para as coisas funcionarem? Claro que lembro, Oswaldo. Hoje é bem melhor, né? Várias coisas numa só, até Bluetufe você tem. E conexão USB também. Que ótimo, Oswaldo, meus parabéns. ­Clarinha, com tanta tecnologia a gente envelhece cada vez mais rápido. Fico doente de pensar em quanta coisa existe, por aí, que nunca vou usar. Ué? Por quê? ­Porque eu recém tinha aprendido a usar computador e celular e tudo o que sei já está superado. Por falar nisso temos que trocar nossa televisão Ué? A nossa estragou? Não. Mas a nossa não tem HD, tecla SAP, slowmotion e reset. ­Tudo isso?… Tudo. ­A nova vai ter blutufe? Boa noite, Oswaldo, vai dormir que eu não aguento mais… (o autor é desconhecido, mas pode ser algum de nós, ou alguém, que nasceu nos anos 40, 50, 60,70, 80, até nos 90)

Onda Verde!!! 0

Postado em 11 outubro, 2011 por admin

Na fila do supermercado, o caixa diz a uma senhora idosa:

- A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não são amigáveis ao meio ambiente.

A senhora pediu desculpas e disse:

- Não havia essa onda verde no meu tempo.

O empregado respondeu:

- Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com  nosso meio ambiente.

- Você está certo – responde a velha senhora – nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente. Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes. Realmente não nos preocupamos com o meio ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões. Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente. Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas. Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como? Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plastico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar. Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade. Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos. Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Abandonamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos ‘descartáveis’ e poluentes só porque a lámina ficou sem corte. Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só  uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima. Então, não é risível que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?

O Cravo não brigou com a Rosa 2

Postado em 06 junho, 2011 por admin

Texto de Luiz Antônio Simas

Chegamos ao limite da insanidade da onda do politicamente correto.

Soube dia desses que as crianças, nas creches e escolas, não cantam mais O cravo brigou com a rosa. A explicação da professora do filho de um camarada foi comovente: a briga entre o cravo – o homem – e a rosa – a mulher – estimula a violência entre os casais. Na nova letra “o cravo encontrou a rosa debaixo de uma sacada/o cravo ficou feliz /e a rosa ficou encantada”.

Que diabos é isso? O próximo passo é enquadrar o cravo na Lei Maria da Penha.
Será que esses doidos sabem que O cravo brigou com a rosa faz parte de uma suíte de 16 peças que Villa Lobos criou a partir de temas recolhidos no folclore brasileiro?

É Villa Lobos,

Outra música infantil que mudou de letra foi Samba Lelê. Na versão da minha infância o negócio era o seguinte: Samba Lelê tá doente/ Tá com a cabeça quebrada/ Samba Lelê precisava/ É de umas boas palmadas. A palmada na bunda está proibida. Incita a violência contra a menina Lelê. A tia do maternal agora ensina assim: Samba Lelê tá doente/ Com uma febre malvada/ Assim que a febre passar/ A Lelê vai estudar.

Se eu fosse a Lelê, com uma versão dessas, torcia pra febre não passar nunca. Os amigos sabem de quem é Samba Lelê? Villa Lobos de novo. Podiam até registrar a parceria. Ficaria assim: Samba Lelê, de Heitor Villa Lobos e Tia Nilda do Jardim Escola Criança Feliz.

Comunico também que não se pode mais atirar o pau no gato, já que a música desperta nas crianças o desejo de maltratar os bichinhos. Quem entra na roda dança, nos dias atuais, não pode mais ter sete namorados para se casar com um. Sete namorados é coisa de menina fácil.
Ninguém mais é pobre ou rico de marré-de-si, para não despertar na garotada o sentido da desigualdade social entre os homens.

Dia desses alguém [não me lembro exatamente quem se saiu com essa e não procurei a referência no meu babalorixá virtual, Pai Google da Aruanda] foi espinafrado porque disse que ecologia era, nos anos setenta, coisa de viado. Qual é o problema da frase? Ecologia, de fato, era vista como coisa de viado. Eu imagino se meu avô, com a alma de cangaceiro que possuía, soubesse, em mil novecentos e setenta e poucos, que algum filho estava militando na causa da preservação do mico leão dourado, em defesa das bromélias o u coisa que o valha. Bicha louca, diria o velho.

Vivemos tempos de não me toques que eu magôo. Quer dizer que ninguém mais pode usar a expressão coisa de viado ? Que me desculpem os paladinos da cartilha da correção, mas isso é uma tremenda babaquice. O politicamente correto é a sepultura do bom humor, da criatividade, da boa sacanagem. A expressão coisa de viado não é, nem a pau (sem duplo sentido), ofensa a bicha alguma.

Daqui a pouco só chamaremos o anão – o popular pintor de roda-pé ou leão de chácara de baile infantil – de deficiente vertical . O crioulo – vulgo picolé de asfalto ou bola sete (depende do peso) – só pode ser chamado de afrodescendente. O branquelo – o famoso branco azedo ou Omo total – é um cidadão caucasiano desprovido de pigmentação mais evidente. A mulher feia – aquela que nasceu pelo avesso, a soldado do quinto batalhão de artilharia pesada, também conhecida como o rascunho do mapa do inferno – é apenas a dona de um padrão divergente dos preceitos estéticos da contemporaneidade. O gordo – outrora conhecido como rolha de poço, chupeta do Vesúvio, Orca, baleia assassina e bujão – é o cidadão que está fora do peso ideal. O magricela não pode ser chamado de morto de fome, pau de virar tripa e Olívia Palito. O careca não é mais o aeroporto de mosquito, tobogã de piolho e pouca telha.

Nas aulas sobre o barroco mineiro, não poderei mais citar o Aleijadinho. Direi o seguinte: o escultor Antônio Francisco Lisboa tinha necessidades especiais… Não dá. O politicamente correto também gera a morte do apelido, essa tradição fabulosa do Brasil.

O recente Estatuto do Torcedor quer, com os olhos gordos na Copa e 2014, disciplinar as manifestações das torcidas de futebol. Ao invés de mandar o juiz pra putaqueopariu e o centroavante pereba tomar no olho do cu, cantaremos nas arquibancadas o allegro da Nona Sinfonia de Beethoven, entremeado pelo coro de Jesus, alegria dos homens, do velho Bach.

Falei em velho Bach e me lembrei de outra. A velhice não existe mais. O sujeito cheio de pelancas, doente, acabado, o famoso pé na cova, aquele que dobrou o Cabo da Boa Esperança, o cliente do seguro funeral, o popular tá mais pra lá do que pra cá, já tem motivos para sorrir na beira da sepultura. A velhice agora é simplesmente a “melhor idade”.

Se Deus quiser morreremos, todos, gozando da mais perfeita saúde. Defuntos? Não.
Seremos os inquilinos do condomínio Cidade do pé junto.

Abraços,
Luiz Antônio Simas

(Mestre em História Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e professor de História do ensino médio).

Novas regras dos cartões de Crédito 0

Postado em 01 junho, 2011 por admin

O uso do cartão vem crescendo ao longo dos anos, acompanhando o aumento da renda e os avanços em geral conquistados pelos brasileiros No dia 1° de junho de 2011 entraram em vigor as novas regras para o uso do cartão de crédito no país. De acordo com o Conselho Monetário Nacional (CNM), as operadoras de cartões de crédito (administradoras, bancos, lojas) só poderão cobrar no máximo cinco tarifas: anuidade, para emissão de 2ª via do cartão, para retirada em espécie na função saque, no uso do cartão para pagamento de contas e no caso de pedido de avaliação emergencial do limite de crédito. Segundo o Banco Central, atualmente existem no país mais de 80 tarifas diferentes sendo cobradas. Essa nova regra será obrigatória para os cartões de crédito que forem emitidos a partir de 1º/6/2011. Para quem já tem cartão, as cinco tarifas admitidas passam a valer a partir de 1º/6/2012. Outra regra para os cartões oferecidos é que eles também deverão seguir uma padronização, limitados a básico e diferenciado, nacionais ou internacionais. Aos cartões do tipo básico fica vedada a associação a programas de benefícios ou recompensas. Já para os cartões diferenciados é permitida a cobrança de anuidade diferenciada por estes e outros tipos de serviços. A anuidade do cartão básico deve ser, obrigatoriamente, menor do que a do cartão diferenciado. Além dessas mudanças, outra medida vai chamar a atenção dos clientes: o pagamento mínimo da fatura mensal não poderá ser inferior a 15% do total da fatura. Já em 1º de dezembro de 2011, o valor mínimo corresponderá a 20% do total da fatura. Os demonstrativos e as faturas mensais dos cartões de crédito deverão, ainda, trazer informações claras e separadas sobre os encargos cobrados, de acordo com cada operação realizada. Também deverá constar na fatura o valor a ser cobrado no mês seguinte, caso o consumidor opte pelo pagamento mínimo. Em nota, o BC esclareceu que as novas regras visam assegurar um sistema financeiro sólido e eficiente para os brasileiros que utilizam o serviço. O que motivou as mudanças foi o grande número de reclamações por cobranças indevidas registradas no Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor (Sindec) que integra Procons de todo o País.                                      (Paulo H. Carvalho/CB/D.A Press)

  • Quem sou eu?

    Claudio Lucio David Müzel

    Claudio Lúcio David Muzel:
    - Economista, formado pela Pontifícia UniversidadeCatólica de São Paulo (PUC/SP);
    - Consultor e especialista em finanças pessoais;
    - Corretor de Imóveis;
    - Trabalhou na Caixa Econômica Federal, empresa onde por mais de 20 anos exerceu diversas funções entre as quais se destacam:
    -Gerente Geral de Agência;
    -Gerente de Crédito à Pessoa Física;
    -Gerente de Crédito à Pessoa Jurídica;
    -Gerente de Crédito Imobiliário;
    - Vem desenvolvendo, desde 2000, trabalhos de coaching, orientando sobre gestão financeira pessoal, atuando também como palestrante e como facilitador em cursos e seminários.
    - Ator do livro: "Quem mexeu no meu bolso?"

    Livro: Quem mexeu no meu bolso?

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